Zero Trust

IA expõe os limites do Zero Trust

Para os CIO, o desafio já não é apenas garantir que cada acesso aos sistemas empresariais é autorizado. É assegurar que os agentes de inteligência artificial não combinam permissões legítimas para executar operações que escapam ao controlo das equipas de TI, expõem dados ou alteram sistemas críticos. Esta nova realidade obriga a rever a gestão de identidades, os limites de autonomia e os mecanismos de supervisão.
12 de Outubro, 2026

NTT DATA e Palo Alto Networks apontam a mil milhões em negócio conjunto

NTT DATA e Palo Alto Networks estabeleceram uma aliança estratégica plurianual com o objetivo de gerar mil milhões de dólares em negócios conjuntos até 2029. O acordo junta plataformas de cibersegurança, consultoria, engenharia e serviços geridos e coloca a proteção da inteligência artificial, da cloud e das identidades no centro de uma estratégia dirigida sobretudo a organizações de grande dimensão e setores com exigências elevadas de segurança.
21 de Agosto, 2026

IA está a mudar o centro de gravidade da cibersegurança

As escolhas do Bank of America no setor da cibersegurança revelam uma mudança mais profunda do que uma simples preferência por determinadas ações. À medida que a inteligência artificial cria novas superfícies de ataque, a segurança empresarial começa a deslocar-se dos tradicionais endpoints para identidades de máquinas, workloads na cloud, agentes autónomos e plataformas capazes de detetar e responder a ameaças com menor intervenção humana.
21 de Agosto, 2026

Fórmula 1 corre à velocidade dos dados

Uma equipa de Fórmula 1 é também uma organização tecnológica distribuída, onde centenas de sensores, sistemas de análise, aplicações, fornecedores e ligações globais têm de funcionar sob pressão constante. Neste ambiente, a cibersegurança deixa de ser apenas uma questão de proteção da infraestrutura e passa a fazer parte da própria capacidade de competir.
13 de Julho, 2026

Resiliência digital sobe ao topo da agenda estratégica

Um novo guia da Check Point defende que a cibersegurança deve ser tratada como um pilar de soberania nacional, num contexto em que a Inteligência Artificial, a cloud e as infraestruturas críticas ampliam o risco sistémico. O documento aponta frameworks internacionais, arquitetura Zero Trust e governação rigorosa de IA como bases de uma estratégia de resiliência efetiva.
19 de Fevereiro, 2026

Opinião