governação de IA

IA está a ficar demasiado autónoma para continuar sem regras

À medida que os sistemas de inteligência artificial ganham capacidade para executar tarefas com menor intervenção humana, cresce também a pressão para criar padrões comuns de segurança. Para as empresas, contudo, a questão mais relevante não é quem define essas regras, mas como limitar os riscos quando a IA começa a interferir diretamente nos processos, nos dados e nas decisões.
28 de Setembro, 2026

IA escala mais depressa do que o controlo

As empresas estão a passar rapidamente da experimentação para uma utilização intensiva da inteligência artificial, mas a estrutura necessária para saber quem decide, quem responde pelos sistemas e quanto valor realmente produzem continua menos desenvolvida. Para os CIO, a governação começa assim a deixar de ser um problema de conformidade para se tornar uma questão de arquitetura, custos e responsabilidade empresarial.
14 de Setembro, 2026

Eurotux leva a conformidade com o AI Act para a operação de TI

O AI Act começa a sair dos departamentos jurídicos e a entrar na gestão quotidiana da tecnologia. A Eurotux lançou um serviço dirigido às organizações que utilizam sistemas de inteligência artificial de risco mínimo ou limitado, procurando transformar as exigências do regulamento europeu num conjunto de procedimentos operacionais.
11 de Setembro, 2026

Política de IA começa onde acaba o entusiasmo

À medida que a inteligência artificial passa da experimentação para o trabalho quotidiano, as empresas começam a descobrir que escolher ferramentas é apenas a parte mais simples do processo. O verdadeiro problema surge depois, quando é necessário decidir como devem ser utilizadas, que dados podem receber, quem valida os resultados e até que ponto a prometida produtividade compensa o novo trabalho de supervisão criado pela própria tecnologia.
7 de Setembro, 2026

IA na saúde começa antes do algoritmo

O novo relatório da OMS Europa desloca a discussão sobre inteligência artificial na saúde para um território menos tecnológico e mais difícil de resolver. Para hospitais e para os CIO implementar sistemas já não chega. Dados fiáveis, validação, responsabilidades claras e equipas preparadas passam a determinar até onde a IA pode realmente avançar.
2 de Setembro, 2026

Agentes de IA precisam de comando

À medida que as empresas passam das experiências isoladas para a utilização de centenas ou milhares de agentes de inteligência artificial, a capacidade de coordenar decisões, dados, aplicações e intervenção humana torna-se um problema central. As plataformas de orquestração procuram assumir esse papel, mas a escolha exige avaliar governação, segurança, testes, interoperabilidade e a viabilidade dos fornecedores.
6 de Agosto, 2026

Segurança dos agentes começa no contexto

O incidente identificado durante uma avaliação da OpenAI e reconstruído pela Hugging Face mostra que, nos agentes de inteligência artificial, o risco não está apenas na ação executada. Está também na informação recolhida, nas ferramentas utilizadas, nas permissões disponíveis e na memória acumulada ao longo da tarefa.
6 de Agosto, 2026

A segurança da IA entra na fase da prova

À medida que modelos e agentes de inteligência artificial se multiplicam dentro das organizações, a dificuldade já não está apenas em identificar vulnerabilidades. O desafio passa por descobrir onde a tecnologia está a ser utilizada, compreender a que sistemas tem acesso e demonstrar, perante administrações e reguladores, que os controlos aplicados funcionam.
30 de Julho, 2026

O maior desafio da IA continua a ser humano

A Kyndryl alerta para um desfasamento crescente entre a ambição das empresas na inteligência artificial e a preparação real das suas pessoas, processos e modelos de governação. O “People Readiness Report” mostra que a adoção da tecnologia está a acelerar, mas que muitas organizações ainda não conseguiram transformar esse investimento em resultados concretos.
29 de Junho, 2026

Opinião