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E se as aplicações deixassem de precisar de nós?

Os agentes de inteligência artificial estão a passar das respostas à execução de tarefas, podendo alterar a forma como utilizamos os smartphones e acedemos aos serviços digitais. A mudança coloca em causa o papel das aplicações e desafia o modelo de negócio que, há quase duas décadas, sustenta os ecossistemas móveis da Apple e da Google.
16 de Outubro, 2026

Corrida à IA já se joga na energia

O investimento de 13 mil milhões de euros da Google na Finlândia mostra que a corrida à inteligência artificial já não se decide apenas nos modelos ou no software. Decide-se também na capacidade de construir centros de dados, garantir energia durante décadas e criar ecossistemas industriais capazes de suportar uma infraestrutura digital cada vez mais exigente.
10 de Setembro, 2026

Europa procura a energia que a IA vai exigir

A ronda de 411 milhões de euros captada pela Proxima Fusion mostra que a fusão nuclear deixou de ser apenas uma promessa científica distante. Ainda não há centrais comerciais, mas a pressão energética dos data centers, da cloud e da inteligência artificial está a transformar esta tecnologia numa aposta estratégica para a Europa.
7 de Julho, 2026

Computação em órbita vai custar de 30 mil milhões à Gooogle

A revelação do contrato de cedência de capacidade computacional entre a SpaceX e a Google, estipulado em 920 milhões de dólares mensais, expõe a complexa teia de interdependências financeiras e operacionais que caracteriza a atual corrida à infraestrutura de inteligência artificial. Ao analisar os dados regulatórios apresentados à Securities and Exchange Commission, torna-se evidente que o acordo cumpre uma dupla função estratégica: serve de balão de oxigénio financeiro para a avaliação recorde da construtora aeroespacial na sua iminente entrada em bolsa e, simultaneamente, atua como uma solução de contingência técnica para colmatar o défice de processamento imediato da gigante das
6 de Junho, 2026

A sede da IA

O crescimento dos centros de dados dedicados à inteligência artificial está a expor uma tensão cada vez mais evidente entre ambição tecnológica, sustentabilidade e risco financeiro. A pressão dos investidores sobre Amazon, Microsoft, Google e Nvidia mostra que o consumo de água e energia deixou de ser uma variável técnica para passar a integrar a análise de risco estratégico, sobretudo num momento em que a expansão da capacidade de computação enfrenta resistência local e metas climáticas mais difíceis de cumprir.
6 de Abril, 2026
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Opinião