A nova geografia digital começa a desenhar-se a partir da Península Ibérica
A expansão da inteligência artificial está a alterar uma premissa que durante décadas orientou a construção das infraestruturas digitais. À medida que os sistemas passam a exigir respostas mais rápidas e maior controlo sobre os dados, as rotas de conectividade e a autonomia sobre a infraestrutura tornam-se fatores estratégicos. Madrid, Lisboa e Barcelona começam a ser apresentadas como partes de uma mesma arquitetura digital distribuída.







